Brasil em Construção: Superestruturas da exclusão, com Luciana Boiteux

Luciana Boiteux é advogada, professora de Direito Penal e Criminologia da UFRJ, pesquisadora, feminista, militante dos direitos humanos e filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Formada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), tem especialização em Direito Penal Econômico pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e em Direito Penal Internacional e Cooperação Penal Internacional, ambas pela Instituto Superiore Internazionale Di Scienze Criminale, na Itália.

Mestre em Direito da Cidade pela UERJ, defendeu a dissertação O panóptico revertido: história da prisão e a visão do preso no Brasil.

Pela Universidade de São Paulo se tornou doutora em Direito Penal com a tese Controle penal sobre as drogas ilícitas: o impacto do proibicionismo sobre o sistema penal e a sociedade. Vem formulando pesquisas nas áreas de Gênero e Encarceramento, Política de Drogas e Sistema socioeducativo, e o impacto das Leis de Drogas no Sistema Penitenciário e nas minorias. No debate sobre a legalização da cannabis, é referência acadêmica na discussão. [2] [3] É a advogada que assiste o PSOL na ADPF 442, que pretende a descriminalização do aborto até a décima segunda semana de gestação.

Em 2016 ingressou no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e foi companheira de chapa de Marcelo Freixo à Prefeitura do Rio. A coligação formada pelo PSOL e pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), no primeiro turno, alcançou 553.424 votos (18,26% do total), credenciando-se assim a ir ao segundo turno daquelas eleições. No segundo turno, conquistaram 1.163.662 votos, 40,64% do total, sendo vencidos por Marcelo Crivella (PRB).

Nas eleições de 2018, foi candidata pelo PSOL a deputada federal, recebeu 15.839 votos, ficando com a segunda suplência da coligação. Em 2020, foi candidata a vereadora na cidade do Rio, recebeu 8.909 votos, ficando como primeira suplente do PSOL.

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