Movimento Moleque luta pela quebra de sigilo da Polícia na investigação sobre crimes no Jacarezinho

Em meio às investigações de excessos em uma operação que terminou com 28 mortos, na favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, a Secretaria de Polícia Civil (Sepol) colocou sob sigilo, por cinco anos, nas informações sobre a ação. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Monica Cunha, coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo e fundadora do Movimento Moleque, afirmou que a decisão da Sepol viola os direitos humanos. Assista a entrevista na íntegra.

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